Atenção à Saúde do Homem

O Ministério da Saúde lançou no dia 27 de Agosto de 2009 a Política Nacional de Atenção Integral a Saúde do Homem. Segundo a publicação do MS, tem como objetivo geral: 
"Promover a melhoria das condições de saúde da população masculina do Brasil,contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e mortalidade dessa população, através do enfrentamento racional dos fatores de risco e mediante a facilitação ao acesso, às ações e aos serviços de assistência integral à saúde."

Tudo isso porque os homens, ainda por uma questão cultural, não buscam ajuda médica quando sentem algum desconforto, ou percebem que há algo de errado com o seu organismo. É incrível, mesmo no mundo moderno, ainda persiste o ideal machista de que "homem que é homem, não sente dor, não chora". Cabe muitas vezes as esposas, acompanharem o marido até um consultório médico. No caso dos solteiros então, a falta de preocupação com a higidez do corpo é alarmante. 

Dentre as maiores causas de mortalidade até os 40 anos, estão as causas externas (violência, agressões, acidentes de trânsito e trabalho). Depois dos 40 anos, em primeiro lugar estão as doenças cardiovasculares e em segundo está o câncer, principalmente do aparelho respiratório e da próstata.

A campanha pela Saúde do Homem conta ainda com um programa de apoio e conscientização da paternidade (um diferencial), planejamento familiar, bem como informação e  suporte para a realização de cirurgias de esterilização, caso o homem deseje. Nada é feito de modo isolado, sempre se busca uma ponte com seu meio social, de trabalho e familiar. Tudo para que eles procurem ajuda o mais precocemente possível, não deixando seus problemas se agravarem até atingir o ponto de necessitar de especialistas - cirurgiões, oncologistas, etc.

Foram identificadas três barreiras principais que afastam a população masculina dos consultórios: como falado anteriormente a questão cultural, onde o homem se julga invulnerável à doenças. A segunda causa são as barreiras institucionais, onde não há espaço para escuta adequada e muitas vezes há timidez  em relatar adversidades da vida sexual diante do corpo médico, formado em sua maioria, por mulheres. A terceira relaciona-se com o atendimento médico propriamente dito: um tempo muito curto de consulta, falta de estabelecimento de vínculo satisfatório entre médico e paciente, enfim, um somatório que afasta os homens do consultório médico.

Nas próximas postagens veja o que a Medicina Tradicional Chinesa, especialmente a Acupuntura e as ervas, podem fazer pela saúde masculina.

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